
O Fidelíssimo agradece, mas gostaria de endereçar a sua atenção para o melhor sítio do País: http://realbeiralitoral.blogspot.com/
Fidelem Regi

É sempre com alguma dificuldade que muitos republicanos ouvem falar das opções partidárias dos monárquicos. Esta dificuldade radica na ignorância dos republicanos em perceber o regime que é a Monarquia Parlamentar ou Constitucional, a qual é advogada pela esmagadora maioria dos monárquicos portugueses. Neste contexto, é tão grande a ignorância dos republicanos, talvez mais anti-monárquicos, quanto a paciência para esclarecer, repetida e incansavelmente, o que é a Monarquia Parlamentar. Não sei como poderá ser tão complexa esta concepção quando, aqui ao lado, vigora este preciso regime. Também aqui se poderá justificar a ausência de convicção republicana que é substituída pelo anti-monarquismo tão assinalável na massa ignorante portuguesa. Mas, novamente: existe o Rei, que arbitra, sob isenção gélida e total, o espectro partidário. Pronto.
"No documento de doação testamentária efectuada pela condessa Mumadona Dias, ao mosteiro de Guimarães em 26 de Janeiro de 959, consta a referência a "Suis terras in Alauario et Salinas", sendo esta a mais antiga forma que se conhece do topónimo Aveiro. No século XIII, Aveiro foi elevada à categoria de vila, desenvolvendo-se a povoação à volta da igreja principal, consagrada a S. Miguel e situada onde é, hoje, a Praça da República (conhecem outro nome para uma praça em Portugal?...), vindo esse templo a ser demolido em 1835. Mais tarde, D. João I, a conselho de seu filho, Infante D. Pedro, que, na altura, era donatário de Aveiro, mandou rodeá-la de muralhas que, já no século XIX, foram demolidas, sendo parte das pedras utilizada na construção dos molhes da barra nova. Em 1434, D. Duarte concedeu à vila privilégio de realizar uma feira franca anual que chegou aos nossos dias e é conhecida por Feira de Março. Em 1472, a filha de D. Afonso V, Infanta D. Joana, entrou no Convento de Jesus, onde viria a falecer, em 12 de Maio de 1490, efeméride recordada actualmente, no feriado municipal. A estada da filha do Rei teve importantes repercussões para Aveiro, chamando a atenção para a vila e favorecendo o seu desenvolvimento. O primeiro foral conhecido de Aveiro é manuelino e data de 4 de Agosto de 1515, constando do Livro de Leituras Novas de Forais da Estremadura. A magnífica situação geográfica propiciou de Aveiro, desde muito cedo, a fixação da população, sendo a salinagem, as pescas e o comércio marítimo factores determinantes de desenvolvimento. Em finais do século XVI, princípios do XVII, a instabilidade da vital comunicação entre a Ria e o mar levou ao fecho do canal, impedindo a utilização do porto e criando condições de insalubridade, provocadas pela estagnação das águas da laguna, causas estas que provocaram uma grande diminuição do número de habitantes - muitos dos quais emigraram, criando póvoas piscatórias ao longo da costa portuguesa - e, consequentemente, estiveram na base de uma grande crise económica e social. Foi, porém e curiosamente, nesta fase de recessão que se construiu, em plena dominação filipina, um dos mais notáveis templos aveirenses: a igreja da Misericórdia. Em 1759, D. José I elevou Aveiro a cidade, poucos meses depois de ter condenado por traição, ao cadafalso, o seu último duque, título criado, em 1547 , por D. João III. Por essa razão à nova cidade foi dado o nome de Nova Bragança em vez de Aveiro. Esse nome foi mais tarde abandonado, voltando a cidade à denominação anterior. Em 1774, a pedido de D. José, o Papa Clemente XIV instituiu uma nova diocese, com sede em Aveiro. No século XIX, destaca-se a activa participação de aveirenses nas Lutas Liberais e a personalidade de José Estêvão Coelho de Magalhães, parlamentar que desempenhou um papel determinante no que respeita à fixação da actual barra e no desenvolvimento dos transportes, muito especialmente, a passagem da linha de caminho de ferro Lisboa-Porto, obras estas de capital importância para o desenvolvimento da cidade, permitindo-lhe ocupar, hoje em dia, lugar de topo no contexto económico nacional." Aspecto do Canal Central e Feira de Março, no começo do séc. XX. No Rossio, fica a Capela de S. João, demolida em 1910. Foto de Henrique J. C. de Oliveira.
Aqui fica um convite, muito especial para o Povo Brasileiro, pela minha plena comunhão com os princípios e os valores defendidos. Pela evidente noção de que é pela Educação que se funda e cimenta a pessoa humana. Os sucessivos governos portugueses republicanos não têm percebido este facto. Os sucessivos governos portugueses republicanos têm abdicado do rigor e da exigência, numa política medíocre e de profundo facilitismo. Numa perspectiva de que existem mais direitos do que deveres, e num estúpido conceito de que o homem não pode ser sujeito à exigência. Quem percebeu os frutos desta política, é natural que prefira e convide à Educação. Um abraço para o Império do Brasil: "Prezado(a) Amigo(a), O Instituto D. Isabel I (IDII) foi fundado em 13 de Maio de 2001, no Salão Nobre da Imperial Irmandade de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos, para atuar na sociedade brasileira em defesa da memória da Redentora. Somos uma organização não-governamental (ONG), que visa, sobretudo, o fomento da CULTURA BRASILEIRA. Nesse ínterim, pretendemos nos destacar na sociedade civil como árduos defensores da EDUCAÇÃO. Nosso objetivo precípuo é o resgate de nossa História e a valorização da Civilização Brasileira, nas mais variadas formas e manifestações que ela toma. Fortalecendo os vínculos com as antigas e as novas instituições sociais de amparo aos menos favorecidos, visamos construir um futuro de perenidade e pujança para nossos filhos e netos. Sem EDUCAÇÃO, nada disso é possível. Associe-se a nós e seja, Você também, um(a) neoabolicionista! Para tanto, você deve visitar — e convidar quantos possa a fazer o mesmo — nossa página na Internet: http://www.idisabel.org.br/ Na seção FILIE-SE, Você preenche o formulário, envia e aguarda nosso retorno. Contamos com Você! Muito cordialmente, Os Conselheiros do IDII."
Há largos anos a esta parte, a comunicação social tem procurado divulgar acontecimentos em cuja composição se assinala, de alguma forma distintamente notória, a presença e a autoria portuguesas. Bem, eu devia ter começado a apontar todas elas, desde o início...seria verdadeiramente humilhante... Mas passo a enuntiare pelos menos duas, as mais recentes e emblemáticas a que tive a honra de assistir em directo: Primeiro, o cão que agora reside na Casa Branca, parece ter sangue português... E depois, aquela respeitável senhora de Sosa (Vagos), que coseu a bandeira dos EUA que hoje ainda deve repousar na superfície lunar... É de encher o peito! Que português poderá ousar não se arrepiar perante tamanha empresa?!...Como é que uma Nação que até 1910 foi uma potência mundial de referência, se humilha nos dias de hoje desta triste maneira? Como é que foi possível que a Alma deste povo imenso e destemido, bravo mas cordial, tenha mirrado de tal forma que hoje se vangloria de feitos completamente estúpidos, ridículos e insignificantes? Ou seja, já que não conseguimos pôr um político decente em S. Bento, pelo menos, o mérito de pôr um cão na Casa Branca...eis o valente cão olhando de frente o Mar, e as orelhas levitam ao passar da brisa salgada...viva a república...(Já agora uma pergunta: quem terá bordado as peúgas do Infante D. Henrique?...)